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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Evangelho de S. João - Cap. 12 - II

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                                 II - A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

Bendito és, ó Rei de Israel!
Hosana, vens em nome do Senhor!
Em Jerusalém, bradam em louvor,
discípulos e o povo fiel.

Conforme dito por Isaías,
Ele chegou montando um jumentinho,
aplaudido ao longo do caminho,
até pelos fiéis das pradarias.

No início, nem todos entenderam,
os discípulos só compreenderam
após a divinal consagração.

Os fariseus diziam: – Foi em vão,
nada aproveitais, todos O seguem,
o que faremos para que O neguem?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Evangelho de S. João - Cap. 12 - I

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I - Maria unge, com unguento, os pés de Jesus.

Marta unge os pés de Jesus,
aroma divinal, Jesus aprova,
e Judas, como réptil, desaprova.
Em Betânia, a fé cristã reluz!

Muitos dos judeus foram para ver
a Jesus, alguns deles, curiosos,
ainda se mostravam ansiosos
e queriam ver Lázaro, pra crer.

Entre os sacerdotes principais,
eternos descontentes e rivais,
tramavam contra vida do Senhor,

porque muitos judeus dos que O viram,
após escutá-Lo se decidiram
aceitar os Seus ensinos de amor.


PFA/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Quem Jesus virá buscar?



 – Jesus virá buscar a igreja “C”,
“A”, “B”…? – Não, Jesus vem buscar você,
Ele é Senhor da humanidade,
não, apenas, de uma entidade!

Nós pertencemos ao Senhor Jesus,
Ele nos criou - e salvou na cruz -
e não vai nos perder para ninguém, 
Ele virá por todos nós! Amém?!

“C”: – Somos a igreja do Senhor!
“B”: – Aqui está o seu Redentor!
 “A”... “Z”  Remanescente divinal!

Jesus não faz nenhuma acepção,
- nem pra condenar, nem pra salvação -
Seu sacrifício foi universal!

PFA/

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Coroa de sonetos - "Herdade Divinal" 14

             Por Pedro F. Alves
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14 – Falta de Ciência

Em verdade, é falta de ciência
as mazelas que tanto nos afligem,
as virtudes têm a sua origem
no Autor da Suprema Consciência.

As heranças provindas do Eterno,
em si mesmas, expressam sentimentos
emanados de quem tem conhecimentos,
e jamais são provindas do inferno.

Evidências apontam, no presente,
em sonoros e altos tons de voz,
as verdades antigas e proféticas

e confirmam de modo contundente:
a origem é Deus e, dEle, nós
somos todos partículas genéticas!

Fim.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Coroa de sonetos - "Herdade Divinal" 13

             Por Pedro F. Alves
Resultado de imagem para deus é a fonte da sabedoria


13 – Maligno

É ação procedente do maligno?
Ignorância é própria do estulto,
ao buscar, sem ciência, um indulto
o inculto encontra o Benigno!

O Senhor é a fonte da razão,
ignorância é falta de ciência,
a maligna mãe da incompetência
e a causa maior de perversão.

Ser maligno traduz desconhecer,
ignorar, agir com estupidez,
desprezar as benesses da prudência…

Sendo Deus a essência do saber,
o engano e a insensatez,
em verdade, é falta de ciência.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Coroa de sonetos - "Herdade Divinal" 12

             Por Pedro F. Alves
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12 – Mazela 

A mazela de cada peregrino
enfatiza o seu desregramento,
ao faltar-lhe melhor discernimento
entra no mar do próprio desatino.

Ignorância conduz às vis mazelas,
ao agir com rancor inconsequente,
e revela seu lado delinquente
anti as ordenanças mais singelas.

As frequentes ações descontroladas,
em si, não fazem bem ao pervertido,
ao contrário, o tornam menos digno!

As ciências são dádivas herdadas,
e o erro a quem é conferido,
é ação procedente do maligno?

sábado, 12 de dezembro de 2015

Coroa de sonetos - "Herdade Divinal" 11.



             Por Pedro F. Alves
Resultado de imagem para deus de mãos estendidas

11 – Deficiência?!

É possível haver deficiência
em diversos aspectos do saber,
não nos foi permitido conhecer,
sequer, os limiares da ciência.

O Senhor não tem culpa no cartório,
Ele nos deu a luz inicial
e colocou a Fonte Divinal
ao dispor de quem busque adjutório.

Entreveros advêm da ignorância,
indivíduos normais vão à loucura
e uns aos outros levam desafino.

Em sequência, provido de arrogância,
o furor trás pesar e desventura,
a mazela de cada peregrino.