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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Guel

Guel

Incrível, um pitoco enxerido,
um coisinha amarelo e metido,
é a nova atração do nosso lar,
não pára de cantar e de falar!

Adotado por Karla e Miguel,
foi batizado com o nome Guel
e tem por sobrenome, da mãe, Alves
e da parte do pai herdou o Chaves.

Guel Alves Chaves, o mais jovem neto,
um lindo pilantrinha inquieto
que acorda as dez e dorme a meia noite.

A calopsita canta de açoite:
Vovô!  Chega Negão! Guel! Menininho!
Beijo! Chega Negão! Beijo! Pedrinho!

PFA/



PFA/

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Kaká tá cá!




Guel
                                                      

















– Aonde Kaká tá? Kaká tá lá?
Se lá, Kaká, não tá, Kaká tá cá!
Kaká tá cá, tá no meu coração,
seu verdadeiro lar, sua mansão!

Não importa as voltas que a vida dê,
nem o que aconteça a você,
Kaká, no jardim da minha existência,
você sempre será flor de excelência!

Parabéns de: mamãe, Lulu, Miguel,
Teté, Tatá, Serginho, Pepê, Guel,
e dos familiares em geral.

Todos rogam ao Pai Celestial
que os seus dias sejam incontáveis
e repletos de bênçãos amoráveis.


PFA/12.09.2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Persistência



Podes ter sido um sonho, eu sei,
se foste, dele, eu jamais acordei,
és a realidade mais presente
na minha fantasia mais ausente!

Vivo os detalhes de cada momento,
o tempo só aviva o sentimento
fazendo do passado o agora,
real ficção do que vivi outrora.

Nesta angustiante alegria,
contradição de paz e arrelia,
vivo a eternidade momentânea

trazida à memória instantânea
da imaginação de um sonhador
que resiste ao fracasso de um amor.


PFA/

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Sem drama!



Foram quarenta dias, cada dia,
o meu viver repleto de alegria!
Rejuvenesci e fiz-me criança
alheio a qualquer tipo de cobrança.

Brincar de bola e pular nas camas,
participar de jogos e gincanas,
foram algumas das muitas loucuras
incluídas nas tantas aventuras.

Mas, o tempo não perdoa, é implacável,
não existe desculpa aceitável
para prosseguir nesta direção.

Teimar é insistir na contramão,
precisamos voltar à realidade
e encarar a cruel normalidade.


PFA/

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Até breve!




Até logo... jamais darei adeus,
é assim, para quem tem fé em Deus,
a cada despedida um até breve,
o que torna a dor sempre mais leve.

A qualquer hora nos reencontraremos,
se aqui ou  no Céu, inda não sabemos,
mas quando e onde o Pai decidir
nada existe que possa Lhe impedir!

Esta certeza, mais que esperança,
nos alenta, e dá perseverança,
para cremos que na eternidade

haverá uma só comunidade,
despedidas não mais existirão
e, enfim, com Cristo, todos reinarão.


PFA/

domingo, 8 de setembro de 2013

Pés e pés




Pé-d’água, pé-de-vento, pé-de-guerra,
não dá pé tanto pé que há na Terra,
aqui se faz de tudo, basta um pé,
mas um pé não encobre a má fé!

Pé-de-altar é coisa de fanático,
pé-de-chumbo é lance pra lunático,
pé-duro, pra mercado paralelo,
pé-de-boi pra qualquer pé-de-chinelo.

Pé-de-cana, que chega ao gargalo,
com pinga, pé-de-pato e pé-de-galo,
é pé-rapado igual pé-de-poeira.                   

Pé-de-cabra, remete à zoeira
dos pés-sujos que andam sobre ouro
às custas dos pés-limpos, sem tesouro.


PFA/

sábado, 7 de setembro de 2013

"Setes de setembros"






Não há independência irrestrita
nem liberdade sem limitação,
ambas têm sua área circunscrita
pelos retos ditames da razão.

Todos são dependentes do bom senso,
não há independência absoluta,
ser livre, pra viver de modo intenso,
exige equilíbrio de conduta.

Graças a brasileiros de galhardia,
reais obreiros da democracia,
vivemos num país independente.

Imitemos, pois, esse precedente
de amor pátrio à fraternidade,
à igualdade e à liberdade.

PFA/01.09.2013


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O Diabo



(...) o  Diabo O transportou à cidade (...) (Mt. 4: 5 p.p)
(...) O transportou o Diabo (...) A deidade?! (Mt. 4: 8 p.p)
A Jesus?! O diabo O conduziu?!
Nas mãos, nos braços, à pé, ou O induziu?!

Isto é literal ou figurações,
como entender tais afirmações?!
Jesus levado pelo Satanás?!
De tal proeza, ele é capaz?!

Ou, simplesmente, ele aproveitou
o momento oportuno e se lançou,
astutamente, contra o Salvador?!

Ele é o inconteste perdedor,
não tem nenhuma chance de vencer,
por que atribuir-lhe tanto poder?!

PFA/

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A falha



No calvário, o que mais doeu em Jesus?
Lidar com malfeitores arrogantes,
humilhações e chagas abrasantes,
ou a morte pregado numa cruz?

Ele não pediu ao Pai que condenasse
por humilhações, nem traições, nem dores,
mas, que considerasse esses horrores
como ignorância, e que os perdoasse.

(...) por que eles não sabem o que fazem.
Ignorância, eis a falha que trazem,
seus erros, nela, têm explicação!

Por divinal e santa compaixão,
Jesus, ao Seu Pai, rogou por clemências
pra ignorância e suas conseqüências.

03.09.2013






quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ofensas e perdão


Pés e mãos encravados numa cruz,
Sua vida a nada se reduz,
estava coroado de espinhos
e exposto aos insultos mais mesquinhos.

Foi absolutamente desprezado,
conforme já havia anunciado,
a fim de se cumprirem as profecias
que, há muito, falavam desses dias.

Vinagre, deram-Lhe para beber,
sangue, das chagas, pôs-Se a verter
enquanto todos riam da Sua dor.

Mas, ante a maldade do feitor,
do sofrimento e da humilhação,
retribuiu as ofensas com perdão.

PFA/