Este espaço é o universo das minhas fantasias reais. Aqui está a expressão do que eu vejo, do que eu sinto e do que eu sou.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A verdade, enfim!
Quer saber a verdade, sem arrodeios?
Pra ser claro, vou usar todos os meios!
Você não foi a única a quem jurei
Ser verdadeiro o amor que confessei;
Igual às tantas outras, disse amar,
Para, logo depois, abandonar;
Quando parecia louco de paixão,
Estava pleno e cônscio de razão;
E se, de joelhos, chorei de amor,
Eram falsas as lágrimas e a dor,
Os meus beijos abraços e carícias
Eram fingidos e cheios de malícias,
Enfim, confesso que sempre te enganei,
Mas, como a ti, a nenhuma outra eu amei.
PFA/
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Kiss da morte
:
A abrangência do kiss da morte é maior,No mundo inteiro, no Brasil, então,
A realidade, a cada dia, é pior,
Independentemente da região.
Centenas de idosos, jovens, crianças,
Nos hospitais , nas ruas, nas campinas,
Sem remédios, comida, sem bonanças,
Nas prisões, no trabalho, nas chacinas,
Morrem sem a menor divulgação,São mortes sem valor promocional
Que traga projeção internacional
Para os grandes chefes da nação.
Para o povo tchê é justa a moção,
Mas, dêem o mesmo a todos, por igual!
PFA/
A abrangência do kiss da morte é maior,No mundo inteiro, no Brasil, então,
A realidade, a cada dia, é pior,
Independentemente da região.
Centenas de idosos, jovens, crianças,
Nos hospitais , nas ruas, nas campinas,
Sem remédios, comida, sem bonanças,
Nas prisões, no trabalho, nas chacinas,
Morrem sem a menor divulgação,São mortes sem valor promocional
Que traga projeção internacional
Para os grandes chefes da nação.
Para o povo tchê é justa a moção,
Mas, dêem o mesmo a todos, por igual!
PFA/
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Solidariedade universal
Escuridão, luz só dos pirilampos,
O cagafogo lírico dos campos.
No Céu, as estrelas piscam, sem parar,
Lembrado o jeito antigo de flertar.
Vendo a Estrela Dalva, as lembranças:
Beijos, abraços, juras, esperanças...Não consegui conter a emoção,
As lágrimas são a voz do coração!
Surpreso, percebi, no firmamento,
Desencadear-se um movimento:
O Céu encheu-se de estrelas cadentes,
Num pranto estelar, sem precedentes,
De solidariedade universal
Ao sofrimento de um ser mortal.
PFA/
O cagafogo lírico dos campos.
No Céu, as estrelas piscam, sem parar,
Lembrado o jeito antigo de flertar.
Vendo a Estrela Dalva, as lembranças:
Beijos, abraços, juras, esperanças...Não consegui conter a emoção,
As lágrimas são a voz do coração!
Surpreso, percebi, no firmamento,
Desencadear-se um movimento:
O Céu encheu-se de estrelas cadentes,
Num pranto estelar, sem precedentes,
De solidariedade universal
Ao sofrimento de um ser mortal.
PFA/
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Obrigado, amigos!
Perdão por não citar, nominalmente,
cada um que, em oração, se fez presente
na aflição natural que entedia
qualquer processo que envolve cirurgia.
Tenho certeza que o nosso Deus
ouviu as preces e os clamores seuse co’a Sua imensurável magnitude
vem devolvendo a minha saúde.
Só mais um pouco e tudo passará,
dores e aflições, tudo findará,
portanto, graças, graças ao Senhor!
A cada um de vocês sou devedor,
por este ato de misericórdia.
Que Deus lhes dê saúde e concórdia!
PFA/
cada um que, em oração, se fez presente
na aflição natural que entedia
qualquer processo que envolve cirurgia.
Tenho certeza que o nosso Deus
ouviu as preces e os clamores seuse co’a Sua imensurável magnitude
vem devolvendo a minha saúde.
Só mais um pouco e tudo passará,
dores e aflições, tudo findará,
portanto, graças, graças ao Senhor!
A cada um de vocês sou devedor,
por este ato de misericórdia.
Que Deus lhes dê saúde e concórdia!
PFA/
domingo, 27 de janeiro de 2013
Mãos solidárias
Compunge-me os males que pratiquei,
Mas, Deus já os perdoou e eu me perdoei.
Foram tantos que nem lembro a quem,
Mas, não causaram morte a ninguém!
Dor maior causa-me o bem que não fiz,
A quantos deixei de fazer feliz!
Quantos matei co’ a minha indiferença,
Sem pão, sem amor, sem minha presença!
Reflito e começo a chorar,
Medito e consigo me acalmar,
Mas, sei quão pouco ainda vou fazer
Ante tantos que estão a carecer!
Sei que urge começar sem mais demora,
Não posso esperar, a hora é agora!
PFA/
sábado, 26 de janeiro de 2013
Mentira, não!
Minha válvula aórtica cimentou,
e aí, meu caso bovino iniciou,
a biológica foi a solução
para evitar qualquer complicação.
Quinze dias após a cirurgia,
Acordei, logo ao raiar o dia,pulei da cama, alonguei e fui andar.
Caminhei uma hora, sem parar!
Mulher passou a ser meu atrativo,
Deixa-me exaltado e ativo,
Mas, a expectativa me inquieta,
Será que após tão longa dieta,
A parceria humano e bovino
Vai me fazer voltar a ser menino?
PFA/
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Precisão divina
Deus, nem tarda, nem falha. É preciso.
Precipitado, não, nem indeciso!
Não procedem as nossas aflições,
confiemos, pois, nas Suas decisões!
Com Ele, somos mais que vencedores,
sem Ele, absolutos perdedores!
Deus é Deus, Deus real e sem tramóias,
creia nEle e dê adeus às suas paranóias.
Ele está presente em nossas vidas,
independentemente das medidas
dos males que possamos cometer,
Nada existe maior que o Seu poder!
Se Ele morreu pra nos salvar,
há força que O possa derrotar?
PFA/
Precipitado, não, nem indeciso!
Não procedem as nossas aflições,
confiemos, pois, nas Suas decisões!
Com Ele, somos mais que vencedores,
sem Ele, absolutos perdedores!
Deus é Deus, Deus real e sem tramóias,
creia nEle e dê adeus às suas paranóias.
Ele está presente em nossas vidas,
independentemente das medidas
dos males que possamos cometer,
Nada existe maior que o Seu poder!
Se Ele morreu pra nos salvar,
há força que O possa derrotar?
PFA/
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Mãe desvairada
Tendo contra o peito o teu rebento,
Sozinha ao léu, ao sol, à chuva ao vento,
Numa atitude de amor incontida,
Esqueceste da tua própria vida.
Como entender igual desprendimento?
Pra salvar teu bebê do sofrimento,
Renunciaste à felicidade
de vivenciar a maternidade.
Teu gesto não será compreendido,
Pois, só quem, por amor, houver sofrido
A tão cruel dor da crucifixão,
Poderá, finalmente, compreender
O ato de entregar-se pra morrer
A fim de que outro tenha salvação.
O mundo não pode entender a transcendência do amor! Para muitos, amar é simplesmente tomar nos braços e, num abraço, movido pela emoção, declarar amor e afeição.
Numa dimensão maior, uma atitude, uma palavra, podem significar muito mais que tudo isso!
Maria não teve oportunidade de abraçar a Jesus nos momentos mais cruciantes da Sua vida, no entanto, dor maior ninguém jamais sentiu, solidariedade maior jamais haverá.
Tu és um bibelô que se fez mulher! Conheceste a dor, o sofrimento, mas, sobre tudo, conheceste a alegria de ser mãe, ter contra o peito um ser que é o teu próprio ser, clone perfeito do eu do teu querer.
Ah bibelô, esquece a dor, o sofrimento e vive o amor! Vive a sublime alegria de ser mãe!
PFA/
Sozinha ao léu, ao sol, à chuva ao vento,
Numa atitude de amor incontida,
Esqueceste da tua própria vida.
Como entender igual desprendimento?
Pra salvar teu bebê do sofrimento,
Renunciaste à felicidade
de vivenciar a maternidade.
Teu gesto não será compreendido,
Pois, só quem, por amor, houver sofrido
A tão cruel dor da crucifixão,
Poderá, finalmente, compreender
O ato de entregar-se pra morrer
A fim de que outro tenha salvação.
O mundo não pode entender a transcendência do amor! Para muitos, amar é simplesmente tomar nos braços e, num abraço, movido pela emoção, declarar amor e afeição.
Numa dimensão maior, uma atitude, uma palavra, podem significar muito mais que tudo isso!
Maria não teve oportunidade de abraçar a Jesus nos momentos mais cruciantes da Sua vida, no entanto, dor maior ninguém jamais sentiu, solidariedade maior jamais haverá.
Tu és um bibelô que se fez mulher! Conheceste a dor, o sofrimento, mas, sobre tudo, conheceste a alegria de ser mãe, ter contra o peito um ser que é o teu próprio ser, clone perfeito do eu do teu querer.
Ah bibelô, esquece a dor, o sofrimento e vive o amor! Vive a sublime alegria de ser mãe!
PFA/
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Realidade fugaz!
É breve, por mais que seja agradável,
É instante passageiro e instável,
Hiato entre futuro e passado,
É, ao viger, lembrado e esperado!
Fragmento temporal imensurável,
Restrito ao que é, e não durável,
Já foi, agora é, breve será,
E, sendo, irá, mas não voltará!
Realidade única e visível
Capaz de ser vivida, se possível,
Plena e real, em todos os sentidos!
Parcos momentos pra serem vividos
Rápida, plena e intensamente,
Pois dura, exatamente, o presente!
PFA/
É instante passageiro e instável,
Hiato entre futuro e passado,
É, ao viger, lembrado e esperado!
Fragmento temporal imensurável,
Restrito ao que é, e não durável,
Já foi, agora é, breve será,
E, sendo, irá, mas não voltará!
Realidade única e visível
Capaz de ser vivida, se possível,
Plena e real, em todos os sentidos!
Parcos momentos pra serem vividos
Rápida, plena e intensamente,
Pois dura, exatamente, o presente!
PFA/
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Eterno amor
Quando eu morrer, depois da cremação,
Dêem-me um rio como condução
Pra levar minhas cinzas até o mar,
Na terra, meu sepulcro e eterno lar.
Quero, mesmo após me despedir,
Continuar, nas águas, a existir
E no vai-e-vem das ondas tropicais
Eternizar os meus sonhos surreais.
Quanto à minha alma, a brisa matutina,
Com anjos solfejando, em surdina,
Há de levá-la aos pés do Criador,
Então, perante o santo Salvador,
Em parceria co’ arcanjos, cantarei
A canção de amor que a ti eu dediquei.
PFA/
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